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Texto - Março 2008
"FELICIDADE" MEDITAÇÃO
- PLASTICIDADE DO CÉREBRO
Cientistas, estudiosos dos
efeitos das práticas meditativas em nosso cérebro
afirmam que: a felicidade não é nenhum mistério ou graça
divina.
Advertem que a felicidade está
relacionada com a plasticidade mental ou plasticidade do
cérebro. É a capacidade humana de modificar fisicamente
o cérebro por meio dos pensamentos que escolhemos
ter.
Igual aos músculos do corpo, o cérebro
desenvolve e fortalece os neurônios mais
utilizados.
Mais pensamentos negativos, mais
atividade no córtex direito do cérebro, e em
consequência, maior ansiedade, depressão e
hostilidade.
Em outras palavras: mais
infelicidade auto-gerada.
Por outro lado, quem
desenvolve bons pensamentos e uma visão amorosa da vida,
exercita o córtex esquerdo do cérebro, elevando as
emoções, prazeres e a FELICIDADE.
Em estado de
MEDITAÇÃO, as ondas cerebrais permanecem intensas,
sugerindo que é possível treinar o cérebro e controlar
as emoções, mudando a estrutura da própria mente. A
MEDITAÇÃO pode mudar as funções cerebrais de forma
durável.
Tudo indica que o cérebro pode ser
treinado em idade adulta e até modificar a sua
organização interna, algo que experiência com MÚSICAS já
tinham demonstrado.
No entanto, não se trata de
decidir ver a vida cor-de-rosa de um dia para o outro.
Mas trabalhar sistematicamente para debilitar os
músculos da infelicidade que tanto temos fortalecido,
acreditamo-nos vítimas do passado, dos pais ou do nosso
meio.
E, paralelamente, começar exercitar os
músculos mentais que nos fazem absolutos e diretamente
responsáveis por nossa própria felicidade.
Ser
feliz necessariamente passa pela mudança de deixarmos de
culpar os outros pela nossa infelicidade e buscarmos
a(s) causa(as) em nossa própria mente.
“Viver as
experiências que a vida nos oferece é obrigatório;
sofrer com elas ou desfruta-las é
opcional.”
Texto extraído do livro "FELICIDADE"
de Mathieu Ricard
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Jornal The Business
– Julho 2007
O ESTRESSE
ESTRESSE....
“Doença” que atinge a maioria dos seres humanos.
O estresse é uma espécie de
mecanismo automático de alarme do organismo que consiste
em reações físicas e psicológicas a estímulos
excessivos.
Neste mundo de mudanças
rápidas, com uma exigência cada vez maior de
conhecimentos e habilidades, uma constante busca pelo
prazer e pela satisfação, a sensação de que
sempre algo está faltando. Tudo isto leva o
individuo ao estresse, desencadeando um desequilíbrio
emocional, mental e até físico.
O estresse pode ser positivo
e negativo. O primeiro caso, é o que leva o sujeito a
agir, a ter disposição, alegria, ânimo para trabalhar,
estudar, enfim realizar seus projetos e ter uma vida
saudável.
O estado de estresse
negativo é caracterizado por uma série de situações
ansiosas repetitivas, em que o organismo exposto a
constante situações estressantes, reage liberando
hormônios estressores. Pode-se citar que o principal
entre eles é o Cortisol. Este hormônio em excesso no
organismo enferruja, deteriora as células,
impedido a transmissão de informações de uma célula para
outra.
Por exemplo, o indivíduo tem
um pensamento ansioso ou catastrófico do tipo:
O que será que vai acontecer? E se algo
sair errado?
A partir deste
pensamento, a pessoa tenderá a desencadear várias idéias
catastróficas, medos e tensões. Assim, o cérebro não
sabe se o que você está pensando é real ou fantasia. Por
isso, mobiliza corpo para fazer alguma coisa, pois
identifica nesses pensamentos de medo e tensão a
necessidade de gerar uma reação de ataque ou fuga. O
corpo leva mais ou menos de trinta a quarenta minutos
para voltar ao normal, se, nesse meio tempo, houver
outro pensamento ansioso, novamente desencadeará em seu
corpo a mesma reação e, assim por diante. Com isso,
é possível chegar a um grande estresse por pensamentos,
sem necessariamente mover uma palha.
Alguns exemplos de esforços
excessivos que saturam o corpo e a mente levando ao
estresse:
- Auto-exigências muito fortes,
autocobranças.
- Desrespeito em relação ao ritmo
interno e às necessidades físicas e emocionais.
- Excesso de expectativas da própria
pessoa e dos outros.
- Preocupação excessiva com a
auto-imagem.
- Traumas - Estresse pós-traumático.
- Mudanças na vida - separação,
residência, trabalho. Neste caso podem acontecer de
forma positiva ou negativa.
Mas a pergunta que não quer
calar é: O que fazer para controlar o
estresse?
- Exercícios físicos, procurar fazer o
que dá prazer, pelo menos 30 minutos diariamente.
- Respiração diafragmática acalma os
batimentos cardíacos, diminui a pressão arterial,
entre outros
benefícios.
Outra dica é proporcionar a
si mesmo um tempo para algumas reflexões que podem
auxiliar para o controle do estresse como:
- De que maneira estou me
desrespeitando?
- Em que e de
que forma estou excedendo meus limites,
reais?
Enfim, o importante é
conscientizar-se e buscar ajuda.
BEATRIZ DE PAULA
PORTO Psicóloga
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Revista CHECK-UP -
Agosto 2007  |
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Nas culturas antigas, a
hipnose era usada na cura de doenças. Sua utilização era
impregnada de magia e misticismo. Ainda perseguida por
muitos, devido principalmente ao desconhecimento de sua
realidade ou por preconceitos completamente equivocados
ligados a aspectos religiosos, a hipnose tem imenso
valor em todos os campos ligados à saúde, principalmente
em complicados processos terápicos ligados a
acontecimentos “esquecidos” pelo estado consciente da
pessoa.
Segundo o professor Luiz
Carlos Crozera, autor das técnicas de condicionamento
mental (Hipnose Condicionativa) e fundador do Instituto
Brasileiro de Hipnologia, a hipnose condicionativa não é
uma junção ou fusão de técnicas, mas sim uma nova linha
da hipnologia.
A última foi desenvolvida
pelo médico americano Milton Erickson, em 1927, onde uma
pessoa em estado hipnótico recebe induções e
sugestionamentos voltados às metáforas (Hipnose
Ericksoniana).
Na hipnose clássica
trabalha-se a regressão de memória, já a hipnose
condicionativa atua diretamente nos condicionamentos
mentais que estão divididos em quatro vertentes básicas:
condicionamentos internos (fisiológico, metabólico,
comportamental), condicionamentos externos (meio
ambiente), descondicionamento da mente (bloqueio do
emocional negativo) e recondicionamento da mente
(implante de novos condicionamentos), abreviando todo e
qualquer tipo de tratamento.
Durante uma sessão de
hipnose condicionativa descarta-se a investigação de
fatos, o paciente permanece passivo e não fala com o
terapeuta.
O sensor crítico da mente
(racional) é afastado, criando um estado alterado de
consciência, a mente passa a não analisar as informações
que são recebidas com aquelas que estão registradas na
memória.
REGRESSÕES
A técnica de regressão na
hipnose condicionativa vai do momento presente até a
vida intra-uterina e, por não ser um método
investigativo, todo processamento é feito internamente
na mente do paciente.
Em estado de transe são
gastos apenas 45 segundos para que um ser humano consiga
bloquear o emocional negativo (trauma) de um ano de sua
vida, tornando assim uma das terapias mais breves
disponível para a humanidade.
Dependendo de cada caso
específico, ao bloquear a causa do trauma e implantar
novos condicionamentos positivos na mente, a auto-estima
eleva e o sistema imunológico se fortalece, tornando a
pessoa mais motivada e com melhor qualidade de vida.
Para uma pessoa passar por
uma sessão de hipnose clínica, deve possuir sanidade
mental, capacidade auditiva, estar com baixa ansiedade e
não estar sob efeito de qualquer tipo de droga química,
por 24 horas.
AS
SESSÕES
As sessões são compostas de
uma entrevista (hipnoanálise) e mais quatro fases:
1) Relaxamento profundo com
desligamento neural, mediante indução da voz do
terapeuta, possibilitando a abertura do sensor crítico
da mente (racional), levando ao estado de sono
terapêutico.
2) Baixa-se a frequência
mental e se fixa o nível do sono.
3) Trabalham-se todos os
condicionamentos mentais de acordo com a necessidade de
cada caso, detecção e bloqueio de causas quando
existirem, energização, resignificação, etc.
4) Saída do sono
terapêutico. Segundo estudos, 90% dos problemas físicos
e psicológicos do ser humano surgem na mente, exceto as
provenientes de fungos, vírus, bactérias e acidentais;
assim podemos assegurar que 90% de todas as doenças
podem ser tratadas pela hipnologia.
Por exemplo: auto-estima,
ansiedade, estresse, depressão, hipertensão, insônia,
dependências (álcool, fumo, drogas em geral e
medicamentos), gagueira, tiques nervosos, traumas,
fobias, obesidade etc.
BEATRIZ DE PAULA
PORTO Psicóloga
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Jornal The Business –
Outubro 2007
DEPRESSÃO &
HIPNOSE CONDICIONATIVA
Este foi o tema do encontro
que aconteceu em setembro, no Núcleo de Hipnose
Condicionativa, de São José dos Campos.
A Hipnose Condicionativa
está sendo apontada como método mais eficiente para
tratamento da depressão e dos estados depressivos.
A hipnose tem imenso valor
em todos os campos ligados à saúde, principalmente, em
complicados processos terápicos ligados a acontecimentos
esquecidos pelo estado consciente.
A Depressão é um mal que
acomete um grande número de pessoas, sejam elas
crianças, adolescentes ou adultos. As causas são
variadas, podendo ter um acontecimento real ou não.
Causas reais como: acidentes graves, perdas de pessoas
queridas, desemprego, separação, doenças, velhice, etc
ou fatores psicológicos, sem causa aparente, em que a
pessoa com uma estrutura psíquica frágil,
principalmente, com casos de depressão na família, entra
em estado depressivo quando exposta às dificuldades e
obstáculos da vida.
A Hipnose Condicionativa é
uma nova linha da hipnose que vem trazer um grande
auxilio, eficaz e rápido, no tratamento da depressão e
dos estados depressivos. É uma técnica que pode ser
utilizada isoladamente ou como ferramenta no processo
psicoterápico.
Segundo o professor Luíz
Carlos Crozera, autor das técnicas de condicionamento
mental (Hipnose Condicionativa) e fundador do Instituto
Brasileiro de Hipnologia, em média são utilizadas 3
sessões para tirar uma pessoa da depressão, mesmo que
esteja em estado profundo.
A Hipnose Condicionativa
atua diretamente nos condicionamentos mentais que estão
divididos em quatro vertentes básicas:
Condicionamentos
Internos: fisiológico, metabólico e
comportamental;
Condicionamentos
Externos: meio ambiente;
Descondicionamento
da mente: bloqueio do emocional negativo;
Recondicionamento da
mente: implante de novos condicionamentos,
abreviando todo e qualquer tipo de tratamento.
Segundo estudos, 90% dos
problemas físicos e psicológicos do ser humano surgem na
mente, exceto as provenientes de fungos, vírus,
bactérias e acidentais, assim podemos assegurar que 90%
de todas as doenças podem ser tratadas pela
hipnologia.
Além da Depressão, a Hipnose
Concidicionativa é indicada também para os casos de
Estresse, medo de dirigir, obesidade, insônia,
dificuldades de aprendizagem, bloqueios em concursos
públicos e vestibulares, traumas, fobias, controle da
dor, etc.
Assim, podemos dizer que a
Hipnose Condicionativa é uma das terapias da atualidade
mais breves disponível para a humanidade.
BEATRIZ DE PAULA
PORTO Psicóloga
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Jornal Vila Ema
– Outubro 2007
ANSIEDADE &
HIPNOSE CONDICIONATIVA
Atualmente temos a sensação
de que os dias ficaram mais curtos. Quando o dia termina
estamos exaustos e ainda ficaram coisas por fazer. Isto
nos leva a um cansaço físico e mental, ficamos mais
irritados, dormimos mal, nem temos tempo para nos
alimentar direito.
Dia após dia vivendo estas
mesmas situações, vamos ficando cada vez mais ansiosos,
mais estressados. A preocupação com o que ainda não
fizemos ou que temos que fazer tira-nos do momento
presente. O estado de ansiedade é caracterizado por não
estar centrado no aqui-e-agora. O mecanismo da ansiedade
está por trás de quadros como o perfeccionismo, com
auto-cobrança e exigências às vezes absurdas, bem como
baixa auto-estima, medos, fobias, falta de confiança,
depressão, transtornos obsessivo-compulsivos e mesmo as
simples manias. A ansiedade leva também ao adoecimento
físico como hipertensão, gastrites, dores de cabeça,
fadiga, cansaço, tensões musculares etc.
A Hipnose Condicionativa é
uma técnica de tratamento eficaz nestes casos, pois
proporciona mudança de comportamentos, hábitos, tornando
a pessoa mais tranqüila, calma. Eleva autoestima, a
disposição, a vontade de viver, vencer e ser feliz.
As técnicas de
condicionamento utilizadas na Hipnose Condicionativa
foram criadas pelo Prof. Luiz Carlos Crozera, fundador
do Instituto Brasileiro de Hipnologia e a hipnose
condicionativa é uma nova linha da hipnologia.
A sessão é composta de uma
entrevista (hipnoanálise), relaxamento profundo com
desligamento neural, mediante indução da voz do
terapeuta, possibilitando a abertura do sensor crítico
da mente (racional), levando ao estado de sono
terapêutico. Durante uma sessão de hipnose
condicionativa descarta-se a investigação de fatos, o
paciente permanece passivo e não fala com o terapeuta,
todo processo é feito internamente na mente do
paciente.
O sensor crítico da mente
(racional) é afastado, criando um estado alterado de
consciência, a mente passa a não analisar as informações
que são recebidas com aquelas que estão registradas na
memória. Bloqueando o emocional negativo e implantado
novos condicionamentos positivos. Dependendo de cada
caso específico, ao bloquear a causa do trauma e
implantar novos condicionamentos positivos na mente, a
auto-estima se eleva e o sistema imunológico se
fortalece, tomando a pessoa mais motivada e com melhor
qualidade de vida.
Para uma pessoa passar por
uma sessão de hipnose clrnica, deve possuir sanidade
mental, capacidade auditiva, estar com baixa ansiedade e
não estar sob efeito de qualquer tipo de droga química,
por 24horas.
Sempre é tempo de começar a
cuidar de você. "Você é o Maestro de sua
própria vida".
BEATRIZ DE PAULA
PORTO Psicóloga | |
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